segunda-feira, 14 de abril de 2014

ALAVANCA DO FREIO

Cheque-a antes que precise usar - Antes que você necessite usar seu freio dianteiro, em uma emergência, você deve assegurar-se de que ele funcione corretamente.
Aperte a alavanca com o máximo de força que conseguir. Nenhuma parte da alavanca deve chegar mais perto do que 1,5 cm do guidão. Se chegar mais perto do que isto, a alavanca pode prensar seu dedo (especialmente se ele tem um anel), e limitar a frenagem numa emergência. Em algumas motos a alavanca do freio chega a tocar o guidão. Nestes casos, o piloto não consegue sob nenhuma circunstância obter a máxima frenagem.
O que provavelmente está errado, se a alavanca passa do ponto máximo?
Deve haver ar em seu fluído de freio. Se for isto, faça uma sangria do sistema e coloque novo fluído.
Se não houver nenhum ar no fluído, é possível que a tubulação de borracha na linha do freio está enfraquecida. Troque-a. Melhor ainda, substitua-a por uma tubulação flexível com armadura, e você se espantará com a capacidade extra de frenagem.
Algumas motos possuem um ajuste que estabelece o curso da alavanca. Reajuste-o para manter o afastamento de 1,5 cm.
Sua vida depende de poder parar rapidamente. Certamente faz sentido certificar-se de que a alavanca funciona corretamente, antes que você necessite usá-la.

DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS - ELÉTRICA



O queQuemPor quê
Farol "fraco"TodasLâmpada incorreta.
Absorção exessiva de acessórios.
Problemas no circuito de carga.
Maus contatos.
Terra insuficiente.
Queima constante de lâmpadas.TodasLâmpada incorreta.
Bateria no fim da vida útil.
Defeito no regulador/retificador.
Mau contato.
Motor de partida não consegue girar.Motos com partida elétrica.Relé defeituoso.
Bateria fraca.
Conexões soltas.
Motor de partida não para de girar.Motos com partida elétrica.Curto no botão de acionamento.
Relé emperado.

Quer economizar gasolina em sua moto? Saiba como




Com a movimentação constante no cenário econômico e com as altas sob os bens de consumo, é preciso economizar sempre que possível. Quando se tem um veículo, mesmo que seja um veículo de baixo custo como uma moto, existem alguns gastos fixos, como documentação, manutenção e combustível, que acabam pesando no bolso.

Porém, quando o assunto é gasolina para sua moto, existem algumas pequenas mudanças de comportamento que podem transformar-se em grandes economias ao final do mês. 

Confira as nossas dicas para uma boa conduta na direção, fazendo com que sua moto “beba” menos.

Não aqueça o seu motor

Primeiramente, deve-se entender que não é necessário aquecer o motor para dar a partida. As motos mais novas possuem a chamada “injeção direta”, que aquecem os motores já em movimento, evitando o desperdício desnecessário. 

Pare de acelerar o moto com a moto parada!

Também não existe necessidade alguma em acelerar o motor quando a moto está parada, em semáforos, por exemplo. Isso torna-se um vício e acaba gastando.


Atente para a calibragem dos pneus

Outra dica importante é manter os pneus sempre com a calibragem correta. Pneus bem calibrados chegam a economizar quase 5% de combustível. Parece bobagem, mas no final das contas não é. 
Quando estão murchos, os pneus mantêm uma área de contato maior com o chão, isso gera atrito  
inútil, gastando mais. É recomendado calibrar a moto semanalmente.

Saiba como passar as marchas

Para economizar combustível em subidas e descidas é preciso utilizar as marchas corretas. Nas descidas, por exemplo, o melhor é deixar a moto engrenada, evitando o ponto morto, Já na subida, e no percurso em geral, não há necessidade de grande aceleração, que gera um desgaste de combustível, o ideal é manter uma velocidade constante e trocar de marcha na hora certa, evitando trocas desnecessárias.

Manutenção

Uma questão importante para economia de gasolina e maior vida útil do veículo é manter a manutenção em dia. O filtro de ar, por exemplo, deve estar sempre limpo. A mistura de ar e combustível é o que alimenta a moto, por isso ela deve respirar de forma correta.

Óleo lubrificante

A escolha do óleo lubrificante é outro ponto importante. Ele precisa estar sempre no nível ideal e deve atender as recomendações do fabricante. Isso reduz o atrito entre as peças, prolongando a vida útil do motor e, consequentemente, economizando o combustível.

Além dessas dicas, não se esqueça de substituir as velas e ajustar as válvulas com frequência. Reduzir o peso, livrando-se de baús, alforjes laterais e bagageiros, melhoram a aerodinâmica e melhoram o consumo. 

Todos esses cuidados, unidos à sensatez farão grande diferença na economia que você pretende alcançar.

A suspensão traseira

A suspensão traseira é um item que influencia bastante na manobrabilidade da moto. Nesse aspecto, as do tipo Mono-shock (ou mono-amortecida), se destacam, pois possuem vantagens sobre o modelo de braço oscilante com duplo amortecimento. Porém, apesar das diferenças visuais serem bem perceptíveis, o grande público não sabe o nome destes 2 tipos de suspensão (os mais comuns no mercado brasileiro) nem tem conhecimento das reais vantagens das mono-shock.
Motos Street de 125/150cc, como as Honda CG ou Yamaha YBR  não costumam vir com esse tipo de suspensão (elas vem com o modelo de braço oscilante com duplo amortecimento), deixando as mono-shock para os modelos mais caros (e mais potentes) ou para os modelos trail ou cross, como a Honda Bros 150 e Yamaha XTZ 125, que por serem desta categoria, necessitam deste sistema mais robusto.
Modelo de suspensão de braço osclilante de duplo amortecimento
Modelo de suspensão de braço osclilante de duplo amortecimento
As suspensões mono-shock eliminam o torque entre o garfo traseiro (ou balança) e a suspensão, possibilitando uma manobrabilidade e frenagem mais consistentes. O fato de elas possuírem apenas uma mola, permite uma regulagem de pré-carga mais fácil, pois não é necessário se preocupar em realizar regulagens idênticas em 2 molas distintas.
O modelo mais difundido no Brasil de suspensões mono-shock são as que usam uma peça chamada de link ( ou braço-relé; algumas pessoas se referem a essa peça por jumelo), que une garfo traseiro à suspensão. O emprego desse link possibilita uma rigidez da suspensão mais progressiva, sendo macia no começo e mais dura a medida que vai se chegando ao final do seu curso. Com isso, as irregularidades da estrada são bastante atenuadas, tornando a pilotagem ainda mais confortável e segura. A explicação técnica de porque o link melhora o amortecimento na suspensão mono-amortecida foge do escopo deste post, pois envolve conhecimentos avançados de mecânica.
Em A: parafuso que prende o link ao garfo. Em B: parafuso que prende o link à suspensão
Em A: parafuso que prende o link ao garfo. Em B: parafuso que prende o link à suspensão
A título de comparação, há um modelo de suspensão sem o link que é chamada pelos fabricantes de Active Monocross e compõe os modelos nacionais como a Honda CB300R, Honda Bros e Yamaha XTZ 125.
Uma informação interessante é que a Honda se refere às suspensões mono-amortecidas com link pelo nome de Pro-Link. A Yamaha (a primeira marca a empregar esse tipo de suspensão com uma mola apenas), as chama de Monocross atualmente. Na Kawasaki (a fabricante que introduziu o uso do link), o modelo se chama Uni-Track. Em um post futuro, iremos contar a história das suspensões mono-amortecidas.
Não era nossa intenção esgotar o assunto, muito menos explicar os fundamentos físicos que envolvem a dinâmica das suspensões mono-amortecidas. Esperamos, com esse post, dar uma visão geral sobre este tipo de suspensão, e possibilitar ao leitor mais embasamento na hora de pesar esse fator na compra da sua motocicleta. Em posts futuros, entraremos mais em detalhes das partes técnicas das suspensões.

Moto difícil de pegar

Mecânica de Motos

Moto difícil de pegar?moto
Retire a vela e encoste na carcaça da moto (não segure na vela) e dê partida e veja a faisca que deve ser forte e de cor azulada. Se a faisca estiver azulada ok, então o problema pode ser no carburador, se tiver avermelhada ou sem faisca, o problema é com bobina, cdi, pulsor, vela, bobina de faisca.
Primeiro teste:
Desconecte o cachimbo da vela, encoste o fio grosso na carcaça e dê partida, se tiver faisca então o problema é na vela, troque-a por uma nova. Se não tiver faisca vamos testar a bobina de ign que fica embaixo do tanque.
Bobina de ign teste: retire o fio preto/amarelo (honda) que tá encaixado na bobina de ignição (são dois fios, um verde que é o terra e outro preto/vermelho que vem do CDI), encoste esse fio preto/vermelho na carcaça e dê partida, se tiver faisca o problema é a bobina de ignição. Se não tiver faisca então iremos testar o CDI.
Teste do CDI (cdi – significa ignição por descarga capacitiva ou seja, um capacitor dentro do cdi é carregado e descarrega na bobina de ignição).
Veja o cdi se não tem algum fio desconectado, dê uma boa olhada nos encaixes, possíveis zinabres (crosta de cor esverdeada). Se tiver tudo ok, então desconecte o fio preto/vermelho (esse fio vem dos estator e é da bobina de faisca), encoste ele na carcaça do motor e dê partida e veja se tem faisca, se não tiver, então o problema é na bobina de faisca, mas se tiver faísca então só resta testar a bobina de pulso (pulsor).
Bobina de pulso: tem um fio azul/amarelo (honda) que sai também do estator (estator é onde fica os imãs e as bobinas na parte baixa do motor lado esquerdo), nesse caso você tem que ter um multitester. Mude a chave do multitester para homs e coloque uma ponta do multiteste no fio azul/amarelo e a outra ponta na carcaça para fazer “terra”, a resistência dever ser alta na faixa de 180 a 280 homs, se tiver baixa, substitua o pulsor.
Siga todas as instruções passo a passo e com certeza você vai solucionar o problema se ele for na parte elétrica.
Outra dica importante é que não pode ter faísca também por causa da chave de ignição com defeito, mau contato. São quatro fios, um vermelho, um verde, um preto e um preto/branco. O que nos interessa neste caso é o fio preto e branco que vem do CDI, desconecte-o e dê partida, se tiver faisca na vela então a ignição está com defeito, compre uma nova.